Começando um fim
(ou dois)
Criar um Blog soa muito mais maduro hoje em dia, talvez por ser old school ou simplesmente quase invisível em comparação a outras redes sociais.Meu português não é o melhor, confesso, também declaro que não faço o mínimo pra melhorar.
Finjo ler, finjo estudar, finjo sorrir, finjo viver.
De uns dias pra cá ando obcecada por beleza, por publicações em sites que ensinam "How to think out the box" e por me encaixar em algum grupo, ou simplesmente ter companhia. Esse desejo incessante de se destacar de alguma forma me faz ver como nós humanos somos superficiais.
Por algum motivo as pessoas depositam muita fé em mim, não importa a realização – que fique claro, quando me refiro a pessoas falo de amigos, colegas, conhecidos, minha família está morta em presença – e isso é bem prejudicial. Eu achava saber trabalhar sobre pressão, bem...
Provavelmente você está achando isso sem pé e sem cabeça, mas é assim que eu funciono.
Minha mente não é um filme, são fotos perdidas no disco rígido do computador que formam falsas memórias, e o belo passado, doloroso, mas é passado, portanto belo.
Na onda de amadurecimento, aqui deixo minhas reflexões diárias, geralmente retóricas ou monólogos tristes. Aprendi na filosofia – de forma subjetiva– que reflexão te torna angustiado e desgostoso da vida. Cá estou.
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